terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Agarre o desaponto pelo avesso, apare as pontas,corte o excesso. Mude a covardia de endereço, ponha a escavadeira em retrocesso até que o mundo,esse réu confesso, lhe devolva seu mel e seu apreço
nó,,,,,,╰ ☆ ╮♥♥♥
Nó
Estou perdidamente emaranhada
em seus fios de delícias e doçuras.
Já não encontro o começo da meada,
não sei nem mesmo
se há uma ponta de saída,
ou se a loucura╰ ☆ ╮♥♥♥
vai num ritmo crescente
até subjugar a minha vida.
Não importa.
Quero seus nós de seda
cada vez mais cegos e apertados╰ ☆ ╮♥♥♥
a me costurar nas malhas e nos pêlos.
Enquanto você me amarra,
permanece atado
na própria trama redonda do novelo╰ ☆ ╮♥♥♥
Flora Figueiredo
Estou perdidamente emaranhada
em seus fios de delícias e doçuras.
Já não encontro o começo da meada,
não sei nem mesmo
se há uma ponta de saída,
ou se a loucura╰ ☆ ╮♥♥♥
vai num ritmo crescente
até subjugar a minha vida.
Não importa.
Quero seus nós de seda
cada vez mais cegos e apertados╰ ☆ ╮♥♥♥
a me costurar nas malhas e nos pêlos.
Enquanto você me amarra,
permanece atado
na própria trama redonda do novelo╰ ☆ ╮♥♥♥
Flora Figueiredo
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